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quinta-feira, 1 de fevereiro de 2018
Por que a Grécia quebrou em 2015?
Matéria com Direito de imagem de Reportagem e texto da BBC World Service
1. Qual é a causa da crise grega?
Na raiz da crise grega está uma dívida de aproximadamente 320 bilhões de euros (mais de R$ 1 trilhão), que o país simplesmente não tem condições de pagar.
A explicação mais simples para esta crise é que, durante muitos anos, o país gastou bem mais do que arrecadava, e financiava os gastos através de empréstimos.
A Grécia já fazia isso antes de adotar o euro. E o governo continuou gastando mais do que podia, mesmo após a chegada do euro, em 2001.
O gasto público, por exemplo, aumentou cerca de 50% entre 1999 e 2007, muito mais do que em outros países da zona do euro.
O déficit do setor público e os níveis de endividamento da Grécia estão muito acima dos limites acordados pelos membros da zona do euro
E, somado aos problemas de corrupção e evasão fiscal, esse gasto provocou um déficit muito acima de 3% do PIB, limite imposto a todos os países da zona do euro.
Empréstimos que não foram declarados para a zona do euro também fizeram com que a dívida do país ultrapassasse significativamente os 60% do PIB estabelecidos como limite de dívida para os países da zona do euro.
Mas o problema só ganhou contornos graves quando a crise financeira global limitou o acesso do país ao crédito, o que motivou a intervenção de outros países da zona do euro, que temiam o impacto da suspensão dos pagamentos ou default.
Leia mais: Empreendedor transforma vilarejo pobre em ilha de prosperidade na Grécia
Para muitos economistas, essa intervenção, ou seja, novos empréstimos concedidos sob a condição de que o país impusesse várias medidas de austeridade, acabou piorando a situação da Grécia.
2. O que está sendo feito para a Grécia sair da crise?
O primeiro pacote de ajuda financeira à Grécia foi aprovado pela União Europeia e o FMI em maio de 2010.
Naquele momento, o governo grego recebeu 110 bilhões de euros (cerca de R$ 380 bilhões) para honrar seus compromissos com os credores que, naquele momento, em sua maioria, eram bancos privados europeus.
Logo ficou claro que esta quantia não seria suficiente e um segundo resgate elevou a cifra total para 240 bilhões de euros (R$ 832 bilhões).
E, nos dois casos, como condição para facilitar a liberação do dinheiro, o país teria que implementar uma série de medidas de austeridade.
Entre estas, estavam drásticos cortes nos gastos públicos, aumento de impostos e reforma no sistema de previdência e no mercado de trabalho.
Os empréstimos oferecidos à Grécia estão vinculados a medidas de austeridades impopulares
Mas o atual governo grego, que chegou ao poder no começo do ano com uma plataforma contra a austeridade, vem tentando renegociar algumas destas condições para conseguir um novo pacote de resgate estimado em mais 29,1 bilhões de euros.
3. Qual foi o impacto das medidas contra a crise? Elas funcionaram?
Para saber se as medidas associadas ao resgate financeiro funcionaram, primeiro é preciso lembrar os seus principais objetivos.
Se o objetivo era proteger o euro, então as medidas parecem estar funcionando, pelo menos por enquanto.
Efetivamente, os empréstimos coordenados pelo FMI, Comissão Europeia e Banco Central Europeu ajudaram a reduzir o impacto da crise grega sobre a moeda do bloco.
Leia mais: 'Será que não podem nos ajudar?': o que os gregos pensam da crise
Mas economistas como Paul Krugman e Joseph Stiglitz, ganhadores do prêmio Nobel de economia em 2008 e 2001, respectivamente, afirmam que as medidas não fizeram nada para melhorar a situação ou as perspectivas da Grécia.
A estimativa é que a economia do país tenha encolhido em 25% desde o início dos programas de austeridade, o que acentuou sua dependência de créditos externos.
Muitos sentem que as medidas impostas à Grécia não visam o futuro dos gregos, mas apenas do euro
O impacto das medidas foi brutal para o povo grego: a taxa de desemprego está em 26%, a mais alta de toda a União Europeia. Entre os jovens, esta taxa supera os 60%.
Milhões de gregos vivem abaixo da linha da pobreza.
Esta situação acabou levando ao poder o Syriza, coalizão de partidos de esquerda que melhor soube reconhecer a insatisfação gerada pelas medidas de austeridade.
E as tentativas do governo atual de renegociar as condições de pagamento da dívida acabaram levando a crise ao seu momento mais delicado.
Ou, pelo menos, a um momento de definição que poderia ter consequências importantes para o futuro da moeda comum.
4. Qual é a situação atual?
O cenário mais temido no começo da crise, o calote, começou a se tornar realidade na noite de terça-feira, quando a Grécia não conseguiu pagar 1,5 bilhão de euros ao FMI.
A Grécia se transformou no primeiro país desenvolvido a não pagar o FMI e seu calote é o maior da história da instituição, apesar de não ter sido declarado tecnicamente como tal.
Naquela terça-feira, também venceu o último programa de ajuda financeira, assim que o governo grego declarou que não aceitava a última série de condições impostas pelas instituições internacionais, pois via estas como "humilhantes".
O impacto das medidas de austeridade no povo grego foi brutal e levou muitos à pobreza
O governo de Alexis Tsipras já tinha anunciado antes que deixaria a decisão final sobre a aceitação ou não das medidas impostas pelos credores para novos empréstimos nas mãos dos cidadãos gregos e, por isso, convocou um plebiscito.
De acordo com as últimas pesquisas de opinião, a maior parte dos gregos estão inclinados a rejeitar as medidas de austeridade.
Leia mais: Brasileiros relatam clima de pânico e incertezas na Grécia
Mas a vantagem do "não", favorecida por Tsipras, tem diminuído depois que o governo grego fechou os bancos por uma semana e limitou a retirada de dinheiro dos bancos do país.
O governo grego diz que está aberto a acordos de última hora. Mas, até o momento, suas contrapropostas foram consideradas insuficientes.
E a chanceler alemã, Angela Merkel, já disse que vai esperar o resultado do referendo antes de pensar em retomar a negociação com a Grécia.
5. Quais os pontos mais polêmicos?
A imposição de limites aos saques nos bancos aumentou o número de partidários do "sim"
Em sua última contraproposta, o governo grego aparentemente teria aceitado a maior parte das exigências do FMI, Comissão Europeia e Banco Central Europeu.
Mas ele pediu um tempo maior para implementar a reforma do sistema de Previdência, uma das principais exigências de seus credores. O governo grego também resiste em implementar a cobrança, em várias de suas ilhas mais turísticas, do IVA, uma espécie de imposto sobre circulação de mercadorias.
Os líderes da zona do euro, no entanto, não se mostraram dispostos a abrir novas negociações.
Para muitos, as principais diferenças agora não são mais técnicas, mas políticas; alguns analistas acham que os principais líderes da zona do euro podem estar querendo derrubar o governo de Tsipras para evitar que sua postura antiausteridade contamine outros países da região.
6. E então, os gregos decidirão sobre o quê?
A pergunta do plebiscito é muito específica e foi redigida em uma linguagem muito técnica. Não é muito fácil entender.
Muitos acreditam que o problema é a diferença entre as filosofias representadas por Merkel e Tsipras
O texto que se lê na cédula do plebiscito: "Deve ser aceito o acordo proposto, que foi apresentado pela Comissão Europeia, o Banco Central Europeu e o Fundo Monetário Internacional no Eurogrupo de 25.06.2015 e consiste de duas partes, que constituem sua proposta unificada?".
E aí o eleitor pode votar sim ou não.
Os pontos centrais da proposta são uma ampliação da base do imposto IVA e uma redução drástica no número de pessoas que podem optar por uma aposentadoria antecipada.
E os credores também exigem mais ações para reduzir a evasão fiscal e acabar com a corrupção.
O governo grego afirma que as exigências específicas da Comissão Europeia, Banco Central Europeu e FMI além de serem pouco eficazes também são humilhantes e, por isso, inaceitáveis.
Leia mais: Análise: Grécia capitulou diante de seus credores
E, para o governo grego, a questão é muito mais simples: os gregos devem continuar padecendo por causa de mais medidas de austeridade ou não?
Oficialmente o plebiscito é sobre uma proposta específica e concreta
Esta decisão poderia determinar a continuidade do governo de Tsipras. Ele já disse que, em caso da vitória do "sim", respeitará a decisão do público mas não ficará no governo para implementar a proposta do Eurogrupo.
Outros líderes europeus, começando por Merkel, afirmam que a pergunta do plebiscito é outra.
Eles dizem que o que os gregos vão decidir no domingo é se querem que seu país continue zona do euro ou não.
7. É inevitável a saída da Grécia da zona do euro no caso de vitória do "não"?
O governo grego apresentou a votação de domingo como uma escolha entre o crescimento econômico ou mais austeridade
A verdade é que ninguém sabe ao certo.
Não existe nenhum precedente e até o vice-presidente do Banco Central Europeu, Vitor Constancio, disse em abril que não havia nenhuma lei que determina a expulsão da zona do euro em caso de calote.
O governo grego insiste que não está tentando abandonar a moeda e até insinuou que poderia iniciar processos legais caso os outros países da zona do euro tentem expulsar a Grécia do grupo.
Os principais líderes europeus já falaram claramente: a votação de domingo é sobre se a Grécia deve ou não conservar o euro.
E se não existe vontade política de manter a Grécia na zona do euro, importa pouco o que dizem as leis e regulamentos da União Europeia.
Se o Banco Central Europeu decidir bloquear completamente o crédito para Atenas, as autoridades gregas não teriam mais opção a não ser começar a imprimir sua própria moeda para tentar manter a economia funcionando.
8. Quais seriam as consequências de uma saída da Grécia do euro?
É difícil prever o comportamento dos mercados nesse caso.
Muitos acreditam que o futuro do euro e da União Europeia estão em jogo neste domingo
Uma possibilidade é que investidores comecem a exigir juros mais interessantes para compensar os riscos de comprar títulos de dívidas das economias mais fragilizadas da zona do euro.
Isto afetaria de forma negativa a moeda europeia e aumentaria a instabilidade em países com peso maior na economia global.
E uma Grécia inadimplente implicaria em grandes perdas financeiras para vários países europeus.
Além disso, também há o risco de um contágio político.
Efetivamente, se a saída da zona do euro se mostra como opção viável, até trazendo benefícios para a Grécia, outros países poderiam seguir o exemplo.
E isto poderia colocar a própria União Europeia em risco, pois o bloco colocou a moeda comum no centro de seu projeto de integração.
A saída do euro poderia também forçar a saída da Grécia da União Europeia.
Mas, como acontece com muitos outros possíveis cenários, tudo vai depender da vontade política e criatividade dos líderes europeus.
Recebi algumas manifestações desacreditando a minha frase " metade da população brasileira tem holerite dos Governos". Vamos aos números: 30 milhões de aposentados do INSS. 3.5 milhões servidores aposentados. 15 milhões bolsa família. 6.5 Milhões de Servidores Municipais. 3.5 Milhões Servidores Estaduais. 1 Milhão de Servidores Federais. 1 Milhão de Militares da ativa e reserva e pelo menos mais 40 milhões de dependentes. Somando-se a tudo isso a corrupção, privilégios, benefícios, auxílio moradia, auxílio paletó, auxílio gasolina, auxílio mortadela, auxílio cultura, auxílio educação....Meu Amigo....não há imposto que chegue ou que pague! Vamos quebrar. Vamos à falência! E o pior: à beira da falência a coisa piora pq cada um quer salvar o seu...quer levar mais vantagem ainda....
terça-feira, 5 de dezembro de 2017
07/05/2017 às 12:00 em: Economia
Aposentado do Estado custa dez vezes mais
Por ano, União e Estados gastam algo como R$ 315 bilhões para cobrir os déficits do INSS e das previdências públicas. Pouco mais de R$ 150 bilhões ajudam a pagar 30 milhões de benefícios do INSS, no sistema privado. No entanto, um valor maior – R$ 164 bilhões – é drenado para tapar o buraco nas previdências públicas, criado por apenas 3 milhões de servidores civis e militares da União e Estados.
A diferença de gasto é ainda mais gritante quando avaliada em termos per capita. Os cofres públicas liberam cerca de R$ 4,4 mil per capita para cobrir o rombo do INSS, onde estão 29,2 milhões de brasileiros que pagaram pelo benefício. Cada um dos 2,7 milhões de inativos civis da União e dos Estados custa R$ 49 mil – praticamente dez vezes mais. Entre os militares, a proporção sobe: cada um dos quase 300 mil inativos custa R$ 113 mil. “Há uma enorme disparidade entre público e privado, porque os servidores têm privilégios que elevam o valor do benefício”, diz Leonardo Rolim Guimarães, ex-secretário de Políticas de Previdência Social.
No INSS, ninguém ganha mais que o teto de R$ 5.531,31. A Previdência pública vive em outro mundo. A regra, desde 2004, permite que o benefício seja a média de 80% dos salários. A maioria que se aposenta nos próximos anos, porém, entrou no Estado antes e segue a regra anterior: se aposenta com o valor integral do último salário.
O inativo do setor público também tem direito à paridade: o reajuste do benefício é igual ao do salário de quem está na ativa. Como a política era dar reajustes aos servidores, os inativos tiveram aumento real de quase 40% na última década.
Esse efeito perdura se nada for feito. “Ao longo dos próximos 15 anos, o servidor que se aposentar terá direito ao valor integral do último salário e a paridade, com sérios efeitos sobre as contas públicas”, diz Claudio Hamilton dos Santos, técnico da área macroeconômica do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea).
A reforma, se aprovada, reduzirá as diferenças entre público e privado: endurece as regras para o cálculo do benefício, fixa para os servidores o teto do INSS e estabelece reajuste pela inflação, entre outras medidas.
Mas os defensores da reforma dizem que ela não se limita à questão financeira. Teria também um componente de “justiça social”. Os déficits previdenciários são coberto por três fontes. Parte vem da cobrança de tributos. Outra parte, da transferência de recursos: aposentadorias e pensões consomem dinheiro que iria para saúde, educação e, principalmente, investimentos. Entram ainda na conta recursos amealhados com o aumento da dívida. “Como no Brasil os impostos recaem mais sobre os mais pobres, o sistema é perverso: tira de quem tem menos e transfere para a elite do funcionalismo”, diz Paulo Tafner, pesquisador da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas da Universidade de São Paulo (Fipe/USP).
Essa questão é considerada tão séria que o economista Nelson Marconi, da Fundação Getúlio Vargas (FGV), tem uma proposta mais radical ainda para corrigir as distorções. “Deveriam aproveitar a reforma para taxar servidores inativos com aposentadorias elevadas – eles não contribuíram o suficiente para ganhar tanto”, diz.
Acesse a Postagem Original: https://blogdobg.com.br/aposentado-do-estado-custa-dez-vezes-mais/#ixzz50O47sqTb
A REAÇÃO DOS MARAJÁS.......
Uma reportagem publicada na edição impressa de VEJA despertou reações acaloradas.
A reportagem mostrava, através de um levantamento criterioso, que mais de 5 000 servidores públicos do Executivo, do Legislativo e do Judiciário — todos na esfera apenas federal — receberam salários acima do teto constitucional, de 33 763 reais, no mês de setembro deste ano. VEJA chamou de “marajá” todo o servidor cujo salário fura o teto — seja por poucos reais, seja por vários milhares de reais. A lei determina que o teto salarial do funcionalismo público deve ser o salário de um ministro do Supremo Tribunal Federal. Ou seja: 33 763 reais. Qualquer centavo acima disso, seja a que pretexto for, é fura teto.
Houve reação de todos os poderes, mas a mais forte veio do Judiciário, sobretudo de juízes e procuradores. Em sua maioria, alegaram que só recebem além do teto de 33 763 porque agregam ao salário alguns benefícios e indenizações. É verdade. Muitos funcionários, com base em normas, resoluções e decisões de todo o tipo, embolsam todo o mês auxílios e complementos diversos que, somados ao salário-base, acabam furando o teto. Examinada sob esse ângulo, a questão dos supersalários é apenas uma questão de normas, resoluções e decisões de todo o tipo. Outro modo de analisar o assunto, e foi esse o modo adotado por VEJA, está no artigo 37, parágrafo XI da Constituição, no qual se lê que o vencimento de nenhum funcionário público, seja juiz ou procurador, seja em função de norma ou resolução, pode ultrapassar o teto “incluídas as vantagens pessoais ou de qualquer outra natureza”. Ou seja: o artigo 37 diz que mesmo com benefícios o teto precisa ser respeitado. Com base nisso, VEJA pesquisou quem seriam os fura-teto, quem seriam os marajás do serviço público que recebem além do que diz a Constituição.
VEJA O CASO DE APOSENTADORIAS EM UMA NOTÍCIA VELHA...DO ANO 2000...OU SEJA: EM APENAS 15 ANOS HOUVE MAIS DE 300% DE AUMENTO NOS SALÁRIOS E APOSENTADORIAS DOS MARAJÁS.....
"Marajás" ganham até R$ 19 mil em Campinas
A Prefeitura de Campinas está sendo obrigada a pagar aposentadorias que variam entre R$ 9.135 e R$ 19.231 para um grupo de 12 servidores, embora o salário do próprio prefeito (teto), Francisco Amaral (PPB), seja de R$ 6.600.
O "rombo" mensal na folha de pagamentos, que hoje totaliza R$ 150 mil com esses salários, deve aumentar. Pelo menos mais dez servidores que estão na ativa devem conseguir o benefício, graças a ações que tramitam na Justiça.
Neste mês, um dos "marajás" , como os beneficiados estão sendo chamados na Câmara, recebeu um montante líquido de R$ 83 mil em benefícios acumulados, segundo a bancada do PT na Câmara, que obteve documentos da prefeitura.
Segundo a assessoria de imprensa do prefeito Francisco Amaral (PPB), não há como cortar os "marajás", por que os salários foram determinados judicialmente.
Os nomes dos beneficiados não foram revelados.
O advogado Roberto Chiminazzo, responsável por pelo menos seis processos vitoriosos e por outros dez que estão em fase de julgamento em nível federal, afirmou que os ex-servidores têm benefícios por tempo de serviço.
"Eu me baseei principalmente na Constituição Federal, que garante aos aposentados as variações dadas aos salários dos servidores na ativa, que é o caso de Campinas", afirmou Chiminazzo.
O Sindicato dos Servidores avaliou ontem que a prefeitura deveria contestar os salários dos aposentados com novas ações. (SORAYA AGÉGE
editora da Folha Campinas E GUSTAVO PORTO)
VEJA O CASO DO FUNCIONALISMO PÚBLICO DO CONGRESSO NACIONAL ....
Com 5 mil servidores de carreira na ativa e 10 mil aposentados e pensionistas, a conta da previdência do Congresso não fecha. Enquanto a proporção entre contribuintes e beneficiários no INSS é de dois por um, na Câmara e no Senado ocorre o contrário – há dois aposentados para cada servidor na ativa. O acúmulo de vantagens pessoais e gratificações e a maior concentração de servidores aposentados no topo da carreira acentuam ainda mais o desequilíbrio. As duas casas arrecadam R$ 718 milhões de seus contribuintes e pagam R$ 3,1 bilhões em benefícios anualmente. O resultado é um déficit anual de R$ 2,4 bilhões nas contas da previdência dos servidores. Quem cobre esse rombo, de 77%, é a União, ou seja, o contribuinte. Situação que não vai mudar para os atuais servidores aposentados mesmo com a aprovação da reforma da Previdência, porque eles têm direito adquirido....
(MATÉRIA DO SITE CONGRESSO EM FOCO)
VEJA O CASO E O EXEMPLO DO ESTADO DA BAHIA....O QUE DIZ O GOVERNADOR......
Rui Costa cai na real e vai cortar aposentadorias de marajás
20/09/2015
De acordo com a coluna Tempo Presente, do jornal A Tarde, publicada neste domingo (20), o governador do estado, Rui Costa (PT), pretende cortar aposentadorias para cobrir o déficit na previdência social. “Estou pagando R$ 2,5 bi para um bocado de gente que está recebendo aposentadoria de R$ 40 mil. Eu vou cortar”, disse Rui. “Preciso solucionar problemas a longo prazo”, completou.
Além dos cortes nas aposentadorias, Rui, segundo a publicação, ainda pensa em propor novas formas de financiamentos previdenciários. Vale lembrar que é o Estado, por meio do Funprev, quem paga a aposentadoria de funcionários do governo, do Tribunal de Justiça, da Assembleia Legislativa e do Ministério Público. Há oito anos o custo da previdência era de R$ 360 milhões.
A REFORMA DA PREVIDENCIA TEM QUE ATINGIR OS PRIVILÉGIOS, OS ALTOS SALÁRIOS, AS MORDOMIAS E OS MARAJÁS DO SERVIÇO PÚBLICO. NÃO PODE E NÃO DEVE ATINGIR OS MANEZINHOS DO INSS QUE GANHAM NO MÁXIMO 5 MIL POR MÊS.
DO QUE ADIANTA CORTAR AS APOSENTADARIAS DO INSS DE ATÉ 5 MIL POR MÊS.......E DEIXAR OS QUE GANHAM 33 MIL DOS FUNCIONÁRIOS PÚBLICOS SEM CORTE?
quarta-feira, 22 de novembro de 2017
QUEM MAMA NA PREVIDÊNCIA SOCIAL E QUEM PAGA A CONTA!
A discussão sobre a previdência social está sempre presente no nosso meio e o tema é sempre o mesmo no sentido de cortar o pescoço do pequeno aposentado do INSS, pois dizem que o rombo do INSS é insuportável. No entanto, a maioria dos brasileiros entra na discussão muitas vezes de forma inocente e não dá conta de que a previdência social está mesmo no buraco, mas não por conta das aposentadorias do INSS, e, assim, são usados por espertalhões como bois de piranha para ajudar a perpetuar as aposentadorias milionárias dos Marajás. Ou seja os Marajás se aproveitam e se escondem nos meio do “povo” para não serem atingidos e mais: acabam sendo defendidos pelas próprias vítimas.
Acho que temos sim que discutir a previdência social e seus rombos, deforma séria e competente, porém sem cortar o pescoço dos “Manezinhos do INSS”, pois estes, coitados, aposentados como bancários, comerciários, autônomos e nas empresas privadas depois de 35 anos de trabalho, recebem apenas o salário-mínimo e alguns poucos recebem R$ 2.000,00, R$ 3.000,00 e no máximo R$ 5.000,00, muito longe dos R$ 20.000,00 R$ 25.000,00 e R$ 33.000,00 dos marajás, muitos dos quais com mais de uma aposentadoria.
Vemos que essa discussão distorcida, conduzida pelo Governo e pelos amigos poderosos, vai mesmo no sentido de jogar a culpa no “Manezinho do INSS” sob a acusação de que o INSS gasta mais de 500 bilhões por ano para pagar os “Manezinhos” e que isso provoca o tal do rombo de mais de 100 bilhões anuais no INSS.
Todavia essa história é mentirosa e todos já conhecem, pois esta não é a causa do rombo e este não é o motivo da crise do país. Mas querem induzir que o culpado é o “Manezinho do INSS”.
O “Manezinho do INSS” é perseguido por ser o mais fácil de pegar, pois ele é silencioso e inocente. Mas a tática é esta mesma de jogar a culpa no Manezinho e com isso deixar de lado os altos funcionários públicos, os altos beneficiários dos fundos de pensão e os altos empregadores beneficiários fiscais, pois estes são filiados a Sindicatos fortes, Federações e entidades amigas que pertencem a Organizações poderosas, classe abastada, são amigos do poder, gritam e pagam dízimo.
Se os aposentados brasileiros fossem apenas os contribuintes do INSS não teríamos crise, não teríamos rombo, não teríamos nem necessidade das tais reformas previdenciárias, pois as contas (somente desse setor) são sustentáveis. Para ilustrar isso, veja que os Estados quebrados recentemente pagam somente aposentadorias a funcionários públicos e não tem INSS e mesmo assim estão quebrados, ou seja: a causa é o funcionalismo público, cuja situação atingirá outros Estados e inclusive a União dentro de pouco tempo.
Mas, apesar desse fato, os beneficiários do INSS são sempre os que tem o pescoço cortado na hora da crise, pois além de ser o primeiro a ficar desempregado, fichado no SPC, ainda tem benefícios cortados, ameaçado e acusado de provocar o rombo no INSS.
Nesse quadro só nos resta mesmo dar risada desse cinismo (para não chorar), pois o coitado do “Manezinho do INSS” não tem nenhuma culpa... mas paga o pato!
Tudo isso é uma jogada ensaiada e até financiada pelos marqueteiros dessas categorias mais fortes e do funcionalismo público que visam a desconstrução dos aposentados do INSS através de matérias e entrevistas na imprensa, onde vemos até economistas comentaristas, que na verdade são lobistas de categorias do funcionalismo público, dos fundos de pensões, dos empregadores e de seus amigos.
A situação se assemelha ao caso do ladrão que assalta no meio da multidão e ele mesmo grita: pega ladrão! e enquanto a multidão se embaralha, o meliante foge. É esse o retrato que assistimos com a previdência social no país.
As categorias mais fortes, empregadores, centrais sindicais, fundos de pensão e seus amigos não querem ser atingidos, mas são os maiores causadores do rombo da previdência pois são os maiores beneficiários de altos salários e grandes benefícios sociais e fiscais. Veja que um alto funcionário público brasileiro (marajá) recebe até R$ 33.000,00 de salário e depois de aposentadoria, o que daria para pagar aposentadoria a 37 brasileiros no valor de 1 salário-mínimo, o que é uma injustiça pois, por melhor que seja, ninguém vale ou deve valer 37 vezes mais qualquer outro brasileiro.
Veja também o caso dos empregados das estatais onde vemos que muitos recebem o teto salarial e outros milhares que, apesar de não receberem o teto na folha salarial da estatal, acabam por receber uma boa bolada adicional na aposentadoria devido a complementação de aposentadoria, paga pelos tais FUNDOS DE PENSÃO, como os arrombados FUNCEF, PREVI, POSTALIS etc…. que são geridos pelos amigos sindicalistas e políticos. E estes beneficiários quando confrontados sempre dizem que não são culpados, pois alegam que pagam para o fundo de pensão e que não são do INSS. Ledo engano. Estão mentindo, pois quem paga a conta mensal de parte do fundo é o contribuinte brasileiro e o pior: em caso de rombo (como todos eles tiveram) quem paga a conta outra vez é o brasileiro. Tudo isso somado eleva o rombo a trilhões.
Temos também muitos aposentados especiais com o tal “jeitinho” brasileiro dentre os quais muitos jogadores de futebol, outros intitulados vítimas da ditadura, amigos do Rei e tantos outros também mamam nas tetas da previdência sem nunca ter contribuído, cuja soma de tudo eleva o rombo para trilhões.
Até os simples trabalhadores rurais participam desse rombo, pois servem de boi de piranha para os patrões do AGRONEGÓCIO que acabam por ficarem isentos de contribuir para a previdência social, o que acaba levando os trabalhadores rurais a se aposentarem sem que o INSS receba deles ou dos seus patrões, ajudando a elevar o rombo para trilhões.
Com tudo isso que assistimos no país, somado à corrupção desenfreada, temos uma situação crítica, com o Estado Brasileiro à beira da falência, mas ninguém quer abrir mão de seus privilégios e junto com o Governo vão jogando a culpa e querendo cortar o pescoço do mais fraco (tal qual as tribos africanas ou dos aborigenas) e livrando a pele dos altos Marajás, beneficiários filiados a poderosas entidades que tem cacife para pagar lobistas, e com isso, por ser mais fácil, jogam a culpa nos “Manezinhos do INSS”, só porque estes (apesar de milhões) são mais silenciosos e mais inocentes...
sábado, 22 de abril de 2017
quarta-feira, 12 de abril de 2017
O IDEAL SERIA O PRÓPRIO TRABALHADOR ADMINISTRAR O FUNDO DE GARANTIA DA APOSENTADORIA.....
A melhor reforma para Previdência Social e para as Aposentadorias seria tirar a obrigação de pagarmos o INSS mensal (e veja que a cada mil reais de salário deposita-se mensalmente mais de R$ 250,00 ao INSS) e criar um sistema de depósitos garantidos, semelhante ao FGTS mas para sacar apenas após os 60 ou 65 anos, em uma Previdência Privada garantida e fiscalizada pelo Governo e Cidadãos, na qual o trabalhador, empresa e governo fizessem depósitos mensais. Daí não teríamos esse olho gordo do Governo roubando os depósitos que fazemos hj nas contas do INSS administrado por políticos e Governos corruptos.....Veja que anualmente a Previdência Brasileira arrecada e paga mais de 500 bilhões de reais e isso é muuuuito dinheiro em qualquer lugar do mundo. Exatamente por isso o Governo cresce o olho gordo e mete a mão nessa montanha de dinheiro e daí falta dinheiro para as aposentadorias. Assim,diante de tudo que estamos vendo da lavajato, com a participação na corrupção de quase todos os políticos brasileiros e a falência das instituições do país, com aparelhamento, nepotismo, licitações fraudadas, aposentadorias arranjadas e todo tipo de falcatruas para roubar o erário é que opinamos para que seja criado um FUNDO DE GARANTIA DA APOSENTADORIA DO TRABALHADOR, com todos os depósitos mensais dos trabalhadores,das empresas e do Governo em uma conta específica do Tipo do FGTS, mas administrada pelos próprios trabalhadores. Dentro de poucos anos esse FUNDO teria alguns trilhões e, certamente, seria suficiente para pagar as aposentadorias dos brasileiros.....sem a ingerência dos corruptos!
quinta-feira, 23 de março de 2017
OPINIÃO: As mudanças propostas pelo governo são prejudiciais aos trabalhadores do INSS e não resolvem o problema de caixa do sistema, nem do tesouro Federal! Tudo que se deseja mudar atualmente só prejudica o trabalhador ativo da iniciativa privada e nada muda com relação aos beneficiários "apaniguados" do próprio INSS, nem muda nada para os outros trabalhadores dos demais regimes. As mudanças deveriam ser na verdade para tirar aposentados "apaniguados","apadrinhados", "perseguidos da ditadura como o lula", puxa-sacos, jogadores de futebol, atletas, artistas, políticos que receberam benesses do Governo (para fazer média com famosos)que receberam aposentadorias, benefícios e indenizações políticas, e que estão todos mamando nas tetas do INSS. Acho que deveria carimbar esses apaniguados do INSS e joga-los para uma conta especial do tesouro e deixa-los visíveis para todo o povo brasileiro, mantendo no INSS apenas os que contribuem honesta e mensalmente para o caixa do INSS. Veja que o déficit que o Governo fala na verdade engloba até a aposentadoria do Lula (que teria sido perseguido pela ditadura) e tantas outras, além das indenizações todas elas sangrando os cofres do INSS. E mais, ainda Sangrando as contas do INSS estão também os funcionários do próprio INSS e as construções, obras, salários, benefícios dos funcionários do INSS e até o cafezinho do INSS e certamente aí nesse ninho tem muitas maracutaias, cujas despesas vão todas para o tal do déficit do INSS. A mudança deveria ser para acabar com essas maracutaias e tirar esses "pesos" e depurar as contas do INSS e eliminar maracutaias e aposentados políticos e apaniguados das tetas do INSS e joga-los para a conta do tesouro, pois foi o Governo que fez média e deu de presente aposentadorias e indenizações para eles. Se as mudanças na Previdência contemplassem essas maracutaias já ajudaria em muito, mas muito mesmo, nas contas da Previdência social! Outros pontos estranhos também existem. Veja que os rurais contribuem com cerca de apenas 5 bi para o sistema, mas consomem quase 100 bi de aposentadorias e esse imenso rombo é coberto pelo dinheiro dos que pagam honesta e mensalmente. Sem falar nos demais regimes como do funcionalismo público em geral, militares, juízes, Ministério Público e Políticos em geral, estes sim, que constituem uma casta privilegiada no país e sangram bilhões e bilhões das contas e não serão atingidos pela Reforma! Com tudo isso vejo que a reforma propõe pegar e tirar direitos apenas dos mais fracos, dos mais silenciosos e dos mais numerosos que são aos contribuintes honestos do INSS que são mais de 60 a 80 milhões de trabalhadores (mas infelizmente não são organizados em categoria grevista e barulhenta). Aí fica mais fácil para o Governo tungar essa imensa massa silenciosa e deixar os apaniguados das castas privilegiadas do país gozando de suas benesses....simplesmente porque são mais barulhentos e poderosos. Quanta I N J U S T I Ç A!
segunda-feira, 15 de agosto de 2016
COMPARE SEU INSS COM UMA APLICAÇÃO PRIVADA AO LONGO DE 40 ANOS.....
Um Profissional Liberal (médico, dentista, advogado) que ingressar no sistema Previdenciário brasileiro hoje, com 25 anos de idade e passar a contribuir ao INSS (R$ 1.055,00 ao mês que é o teto do INSS) ele terá a seguinte situação Previdenciária aos 65 anos: 40 anos de contribuição, direito a auxilio doença, licenças e aposentadoria. Sendo que a aposentadoria sem o fator previdenciário seria por volta de R$ 5.000,00 ao mês nos valores de hoje. Mas com risco de diminuir esse valor!
Caso esse mesmo profissional liberal não aderir ao INSS e optar por uma previdência privada de R$ 1.000,00 por mês durante os 40 anos de contribuição (até os 65), ele terá pago e depositado nessa Previdência Privada o valor total (sem juros ) de R$ 500.000,00 (quinhentos mil reais) .
Aplicando os juros e correção mês a mês esse valor saltará para mais de R$ 3.000.000,00 (três milhões de reais) ao longo desses 40 anos. Esse valor total (após os 40 anos) aplicando 1% ao mês, dará um rendimento de mais de R$ 30.000.00 por mês....
Se usar parte desse rendimento como aposentadoria (por exemplo de dez mil por mês), você terá renda e dinheiro suficiente pelo resto de sua vida.....ou seja: é muito melhor que o INSS!
Simples assim! O mesmo valor pago ao INSS que você não sabe no que vai dar....Você terá mais de Três milhões em sua própria conta para administrar como você desejar e renda muito maior do que a do INSS.......
É o caso de se pensar de não pagar o INSS e fazer a sua própria poupança. Afinal se optar por esse sistema você mandará em seu dinheiro! Pense nisso!
Faça uma simulação no calculador de previdência neste blog, na lateral direita do blog.....
quarta-feira, 27 de julho de 2016
O ROMBO DA PREVIDENCIA DO FUNCIONALISMO PÚBLICO DA UNIÃO E de TODOS OS ESTADOS ULTRAPASSA 4 TRILHÕES DE REAIS! \\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\
Leia matéria de OGLOBO!
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O peso dos gastos com aposentadoria dos servidores nas contas públicas e a crise fiscal dos estados impõem a necessidade de incluir na reforma da Previdência — prometida pelo governo federal — os chamados regimes próprios (União, estados de municípios). Essa é a conclusão de um estudo inédito do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), prestes a ser publicado, que faz um diagnóstico sobre a sustentabilidade desses regimes no longo prazo. De acordo com o levantamento, o déficit atuarial (necessidade de financiamento para pagar todos os benefícios presentes e futuros) dos estados alcançou R$ 2,4 trilhões em 2014 — o equivalente a 43,9% do Produto Interno Bruto (PIB) e um custo per capita (por servidor ou pensionista) de R$ 543 mil. Somando a União, o rombo pula para R$ 3,6 trilhões ou 65,8% do PIB.
Equilibrar as contas dos estados está nos planos da equipe econômica para o ajuste fiscal. Na semana passada, o Ministério da Fazenda acordou com governadores o alongamento da dívida dos estados com a União, em troca de medidas de redução de gastos, como congelamento de salários de servidores e limites para aumentos de despesas correntes.
No caso dos regimes de Previdência, o estudo do Ipea mostra que as reformas são necessárias. Das 27 unidades da federação, 13 (incluindo os municípios) não têm recursos suficientes sequer para pagar um ano de benefícios. Nesses estados, a despesa previdenciária corrente já representa o dobro da arrecadação, de acordo com o levantamento. Estão na lista São Paulo, Rio Grande do Sul, Minas Gerais, Santa Catarina, Bahia, Goiás, Ceará, Paraíba, Distrito Federal, Alagoas, Mato Grosso do Sul, Rio Grande do Norte e Paraná.
terça-feira, 26 de julho de 2016
O ÚNICO SISTEMA DE PREVIDENCIA SOCIAL QUE SE PAGA É DO INSS DOS TRABALHADORES URBANOS!
Veja que existem no Brasil cerca de 50 milhões de contribuintes do INSS (empregados, patrões e autônomos) recolhendo mensalmente cerca de 350 bilhões de reais. Deste valor arrecadado o INSS paga o mesmo valor de cerca de 350 bilhões para os aposentados URBANOS, ou seja: As contas fecham e estão sempre no azul. O dinheiro pago pelos trabalhadores é suficiente para cobrir as suas aposentadorias.
Já para os aposentados do mesmo INSS do setor rural, o rombo é imenso: O INSS arrecada cerca de 7 bilhões e paga cerca de 100 bilhões para os beneficiários RURAIS! E este rombo é jogado nas contas dos Urbanos!
As Aposentadorias dos Militares também não se pagam: São cerca de 370 mil aposentados e que gera um ROMBO DE 35 bilhões.
As aposentadorias dos Funcionários Públicos Federais também tem Rombo: São cerca de 1 milhão de aposentadorias e tem um rombo de 35 bilhões.
As aposentadorias do funcionalismo dos Estados igualmente é deficitária e cada Estado tem um Rombo imenso,, tudo somado, ultrapassa todos os demais rombos das outras aposentadorias.
Os Fundos de pensões PREVI, PETROS,FUNCEF,POSTALIS e outros apresentaram rombos bilionários e, apesar da cobrança extra aos funcionários, o Governo usa o dinheiro dos impostos para cobrir a sua parte. E esse rombo ultrapassa a casa dos 20 bilhões...
E a culpa é dos aposentados Urbanos do INSS>....................................................................................................................................TUDO ISSO SOMADO, estudado e calculado....é de se perguntar: Por que o Governo e os banqueiros só querem mexer nas aposentadorias dos URBANOS do INSS????????????????????? Não seria melhor mexer nos rombos dos Militares....do funcionalismo Público e dos Rurais?
A DISPARIDADE DAS APOSENTARIAS PÚBLICAS E AS DO INSS........
O INSS administra e paga 35 milhões de aposentadorias no valor total de quase 500 bilhões....(436 bilhões em 2015). Veja bem: são 35 milhões de beneficiários, para os quais o Governo e os banqueiros dizem que existe um rombo de 85 bilhões.
Já para os aposentados e beneficiários do Serviço Público que não chega a 1 milhão....(veja bem:apenas 1 milhão de pessoas) e o rombo chega a 35 bilhões.....
Veja a diferença....
Beneficiários do INSS > 35 milhões de beneficiários > rombo de 85 bilhões.
Funcionalismo Público
Federal...............> 1 milhão de beneficiários > rombo de 35 bilhões.
E o Governo e os banqueiros dizem que a CULPA PELO ROMBO É DOS APOSENTADOS DO INSS! OH! Meu Santo Expedito!
domingo, 26 de junho de 2016
IMAGINE UMA MONTANHA DE DINHEIRO. É o que o INSS (e a seguridade social) arrecada todo ano no Brasil...chega perto de 500 bilhões de reais por ano. Só as nossas contribuições diretas descontadas dos salários dos trabalhadores, dos pagamentos dos autônomos e contribuintes individuais esse montante ultrapassa os 350 bilhões (quase 30 bilhões por mês). O restante vem de outras fontes previstas na constituição como as contribuições sociais e loterias. Esse dinheiro que o INSS arrecada é suficiente para pagar as aposentadorias honestas, sérias e verdadeiras e não existe rombo (pode até existir alguma diferença em algum mês para cima ou para baixo), mas rombo não! O motivo de ouvirmos sempre o Governo falando em rombo, que a Previdência via quebrar, que tem que mudar ou coisas assim...o motivo é simples: É que as autoridades e os Bancos não aguentam ver um monte ou uma montanha de dinheiro que já querem roubar..tungar...pegar para si e usar em outras coisas e até mesmo na corrupção! Veja que são 500 bilhões por ano ou meio trilhão! É muito dinheiro..é verdade. Mas é um dinheiro que nós pagamos e que o Governo quer desviar para outras finalidades. Fiquemos de olho....se esse dinheiro sair do INSS certamente vai servir para a corrupção!Se governo quiser favores, dar bolsas para eleitores ou usar dinheiro para corrupção, que o faça com outro dinheiro...com o dos aposentados N Â O!
domingo, 5 de junho de 2016
CIDADÃOS PEDEM AO MINISTRO MEIRELES "CUIDADOS ESPECIAIS" COM OS FUNDOS DE PENSÃO DAS ESTATAIS...
Além da preocupação que demonstra ter com os déficits da Previdência Oficial pedimos que dirija também essa preocupação com as Previdências Fechadas, notadamente as dos empregados de empresas estatais como FUNCEF, PETROS, POSTALIS e PREVI, todas deficitárias.Entendemos que o momento é oportuno já que estão em andamento as indicações dos nomes para muitos bancos e empresas públicas/economia mista. Solicitamos indicações técnicas para os diretores indicados dos Fundos de Pensão, haja vista que as gestões anteriores deixaram déficits que estão tendo que ser suportados pelos participantes e patrocinadoras, onerando o orçamento da União assim como das milhares de famílias envolvidas.
https://secure.avaaz.org/po/petition/Sr_Ministro_da_Fazenda_Henrique_Meirelles_Salve_Fundos_de_Pensao_com_indicacoes_tecnicas/?ptZzIkb&pv=3
TEXTO DO LEITOR DO BLOG... WANDERLEI SOBRE A POSSÍVEL MUDANÇA DAS APOSENTADORIAS (wanderleijc@ig.com.br)
Quem defende a imposição de uma idade mínima para a aposentadoria não costuma carregar sacos de cimento nas costas durante toda uma jornada de trabalho, cortar mais de 12 toneladas de cana de açúcar diariamente e limpar pastos ou colher frutas sob um sol escaldante.
Normalmente quem defende somos nós, jornalistas, cientistas sociais, economistas, administradores públicos e privados, advogados, políticos. Pessoas que, pelo contrário, acham um absurdo a lei impor um teto para aposentadoria compulsória no momento em que o conhecimento e a experiência reunidos pelo profissional poderia ser útil para toda a sociedade.
Afinal de contas, o que são 65 anos para nós, que trabalhamos em atividades que nos exigem muito mais intelectualmente?
Diante da incapacidade de se colocar no lugar do outro, do trabalhador que depende de sua força física para ganhar o pão, no campo e na cidade, esquecemos que seus corpos se degradam a uma velocidade muito maior que a dos nossos. Ou seja, sua expectativa de vida é menor que a nossa.
Se estamos falando de trabalhadores com baixa qualificação, provavelmente também estamos tratando das mesmas pessoas que não puderam completar os estudos e começaram a trabalhar desde muito cedo para ajudar no sustento de suas casas. Com 14 anos, já estavam na luta e nem sempre apenas como aprendizes, como manda a lei.
Às vezes, começaram no batente até antes, aos 12, dez ou menos. Afinal de contas vivemos em um país em que acredita-se que o “trabalho molda o caráter de crianças'' e no qual “o trabalho liberta''.
Como a ciência não inventou peças de reposição para todos os órgão que sejam da mesma qualidade que as originais de fábrica para a máquina humana, os corpos desses trabalhadores já estão no limite após 50, 60 anos garantindo lucro para outras pessoas.
Os sábios que estão discutindo no Ministério da Fazenda a questão da imposição da idade mínima como requisito, além, é claro, do tempo de contribuição e/ou de serviço, deveriam ter que explicar a proposta, cara a cara, para um grupo de cortadores de cana ou de pedreiros. Sem meias palavras, sem enganações. O pessoal que desconfia que essa história de aumento da expectativa de vida não vale para eles (até porque, devido a fila do SUS, uma consulta demora quatro meses para ser marcada) não vai concordar muito com isso – para ser leve com as palavras.
O ideal seria melhorarmos a qualidade do trabalho no Brasil, melhorando o salário e a formação do trabalhador que vende sua força física, garantindo a eles e elas qualidade de vida – seja através do desenvolvimento da tecnologia, seja através da adoção de limites mais rigorosos para a exploração do trabalho. O que tende a aumentar, é claro, a produtividade. Mas como isso está longe de acontecer (basta ver a “vida'' dos empregados de frigoríficos em todo o país, que são aposentados por invalidez aos 30 e poucos anos por sequelas deixadas pelo serviço), a discussão talvez passe por um regime diferenciado para determinas categorias. E, mesmo assim, a discussão não é simples, pois há categorias em que profissionais são levados aos limites e aposentados por danos psicológicos ou chegam aos 60 sem condições de desfrutar o merecido descanso.
Por isso, a reforma da Previdência Social não pode achar que o Brasil é um grande escritório com ar condicionado. Há milhões de pessoas, fundamentais para o crescimento do país, que se esfolam a vida inteira e não devem ser deixadas na beira da estrada quando deixarem a população economicamente ativa.
Caso contrário, para que temos um Estado e um país?
Atenciosamente,
wanderlei | wanderleijc@ig.com.br
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sábado, 28 de maio de 2016
AS CAUSAS DO ROMBO NAS CONTAS DO PAÍS (PARTE 3)
Despesas em alta
Nos últimos anos, o governo vem anunciando sucessivos cortes de gastos.
Na prática, porém, a despesa total segue crescendo. Isso acontece porque, embora a gestão tenha reduzido algumas rubricas - como investimentos em infraestrutura -, despesas obrigatórias, que só podem ser cortadas com autorização do Congresso, continuam aumentando automaticamente.
Dentro desse grupo de gastos que não podem ser cortados livremente pelo governo, a maior parte da despesa vem da Previdência Social. Aposentadorias e pensões consumiram no ano passado R$ 436,1 bilhões, representando quase a metade do total de despesas obrigatórias (R$ 905 bilhões).
Esses gastos vêm crescendo continuamente, refletindo o envelhecimento da população e também a decisão dos governos Lula e Dilma de atrelar o piso da previdência ao salário mínimo (que tem sido reajustado acima da inflação).
Em dez anos, o crescimento acumulado do gasto com aposentadorias e pensões chega a 199% (cerca de 70% se descontada a inflação do período).
"A despesa com previdência e outros benefícios sociais só faz crescer e muito rapidamente", nota Arbache, em referência também à garantia de um salário mínimo por mês para pessoas sem condições de trabalhar, seja por deficiência ou idade avançada (BPC/LOAS).
A segunda categoria de gasto com maior peso entre as despesas obrigatórias são os salários dos servidores que, na avaliação do professor da UnB, tiveram aumentos "substanciais" nos últimos anos. Na última década, a alta acumulada dos gastos da União com pessoal é de 157% (aumento real de quase 50%).
Além disso, na sua avaliação, o governo também criou muitos programas nos últimos anos, sem avaliar adequadamente a sua eficiência.
Os gastos com saúde e educação, por sua vez, crescem todo ano automaticamente, seguindo parâmetros previstos na Constituição.
Falta de transparência
Para o pesquisador do IBRE/FGV José Roberto Afonso, um terceiro fator contribui para a o rombo recorde previsto para 2016: a falta de transparência fiscal do governo.
"Anos e anos de descumprimento das regras fiscais e desprezo pela transparência, inclusive para debater os problemas, explicam o rombo. Muito desse deficit não será deste ano, mas sim resultado de compromissos assumidos no passado e que, de alguma forma, foram escondidos ou postergados. Os economistas chamam de riscos fiscais", explica.
Um desses riscos, exemplifica Afonso, é a provável necessidade de a União injetar recursos em estatais que enfrentam dificuldade financeira, como Eletrobras e Petrobras.
O pesquisador defende a formação de uma "comissão da verdade fiscal" com especialistas da academia, que trabalhariam junto a órgãos de controle (CGU e TCU). O objetivo seria fazer um diagnóstico dos problemas e apresentar soluções.
"Não basta punir quem errou, é urgente mudar as regras que permitiram tais erros. É preciso refundar a LRF (Lei de Responsabilidade Fiscal), ou seja, mudar dezenas de seus dispositivos, para aperfeiçoá-la e endurecê-la".
NÃO TENHO DÚVIDAS....POPULISMO, DESMANDOS, CORRUPÇÃO, EMPOLGAÇÃO, FESTAS DE GASTOS E DE FAVORES somados a Receitas em queda, desonerações, aumento dos juros, aumento das despesas, corrupção, desmandos, apadrinhamento, nepotismo, festas com cartões de crédito livres, viagens éreas, diárias, jetons, as diversas bolsas como a bolsa paletó bolsa sapato, bolsa moradia para altos funcionários, benesses à políticos, favores aos Estados e suas autoridades, venda da soberania nacional para as construtoras nos levaram a isso! e por aí vai....País nenhum aguentaria tanta lambança! Infelizmente o povo paga a conta!
AS CAUSAS DO ROMBO NAS CONTAS DO PAÍS...(PARTE 2)
Receitas em queda, desonerações, aumento dos juros, aumento das despesas, corrupção, desmandos, apadrinhamento, nepotismo, festas com cartões de crédito livres, viagens éreas, diárias, jetons, as diversas bolsas como a bolsa paletó bolsa sapato, bolsa moradia para altos funcionários, benesses à políticos, favores aos Estados e suas autoridades, venda da soberania nacional para as construtoras e por aí vai....País nenhum aguentaria tanta lambança! Infelizmente o povo paga a conta!
Após anos seguidos de elevação expressiva, desde 2011 as receitas primárias do governo federal apresentam baixo crescimento ou queda real.
Isso é consequência de dois fatores. De um lado, o desempenho ruim da economia nos últimos anos teve impacto direto na arrecadação, já que boa parte dos impostos brasileiros são cobrados sobre a produção industrial e o comércio.
Com menos produção e menos vendas, consequentemente se arrecada menos.
"Essa tendência de queda (do PIB) tem impacto muito grande nas receitas. E a expectativa é de nova retração da economia em 2015", resume o professor de economia da UnB Jorge Arbache.
DESONERAÇÕES PARA EMPRESÁRIOS E SINDICALISMO:
Desonerações feitas nas gestões petistas são apontadas como uma das vilãs.
Diante desse cenário, o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, anunciou na última sexta que o governo estava reduzindo sua previsão de receita líquida (descontada as transferências obrigatórias para Estados e municípios) em 2016 para R$ 1,078 trilhão, uma queda de R$ 108 bilhões ante a última previsão do governo Dilma - "superestimada", segundo ele.
De outro lado, o segundo fator que explica as perdas de arrecadação foi o volume elevado de desonerações adotado nos últimos anos, observa Maria Liz Roarelli, consultora legislativa na área de Orçamento do Senado.
Desde a crise financeira mundial de 2008/2009, o governo petista concedeu uma série de cortes de impostos, principalmente ao setor industrial, na expectativa de que esses recursos que não estariam sendo pagos ao governo fossem usados para investir no aumento da produção.
A lógica era simples: em um primeiro momento, o governo arrecadaria menos. No entanto, com o aumento da produção e das vendas, em um segundo momento a arrecadação cresceria.
Os investimentos, porém, acabaram não acontecendo, e o governo ficou só com as perdas. Roarelli calcula que a soma das desonerações concedidas entre 2010 e 2014 significou menos R$ 101 bilhões nos cofres em 2015.
"Essas desonerações não surtiram qualquer efeito. Foi um gasto sem retorno. Um modelo ingênuo de recuperar a economia, PARA NÃO DIER DESONESTO".
COMO O GOVERNO DO PT LEVOU O PAÍS A UM ROMBO DE 170 BILHÕES...
Receitas em queda, desonerações, aumento dos juros, aumento das despesas, corrupção, desmandos, apadrinhamento, nepotismo, festas com cartões de crédito livres, viagens éreas, diárias, jetons, as diversas bolsas como a bolsa paletó bolsa sapato, bolsa moradia para altos funcionários, benesses à políticos, favores aos Estados e suas autoridades, venda da soberania nacional para as construtoras e por aí vai....País nenhum aguentaria tanta lambança! Infelizmente o povo paga a conta!
O governo brasileiro caminha oficialmente para fechar 2016 com o terceiro rombo anual seguido em suas contas. Isso porque o Congresso Nacional aprovou nesta quarta-feira a nova meta fiscal: um deficit primário recorde de R$ 170,5 bilhões.
Na tentativa de reverter esse quadro, o presidente interino Michel Temer anunciou que proporá ao Legislativo uma alteração na Constituição para criar um teto para o crescimento dos gastos.
A ideia é que o aumento fique limitado à inflação do ano anterior, restringindo inclusive a expansão dos gastos com saúde e educação.
Outras medidas impopulares também estão em discussão, como aumento de impostos e reforma da previdência.
"As despesas do setor público estão em trajetória insustentável. Lá na frente, vamos condenar o povo à dificuldade extraordinária", argumentou Temer.
Os resultados negativos que começaram a ser registrados a partir de 2014 interromperam 16 anos de saldos positivos nas contas federais. Mas, afinal, como chegamos a esse rombo recorde? E qual o problema dessa resultado?
A BBC Brasil conversou com três especialistas em contas públicas para responder essas perguntas:
Primeiro, o que é o resultado primário?
O resultado primário é a diferença entre receitas e despesas do governo, excluindo do cálculo os ganhos e gastos com juros - ou seja, sem contar o que a União paga por empréstimos que contraiu no mercado e o que recebe pelo dinheiro que emprestou (financiamentos à agricultura, a estudantes, a microempresas, etc.).
A maior parte da receita primária é arrecadada com impostos. Já as despesas incluem gastos com aposentadorias, benefícios sociais, salários dos servidores, obras de infraestrutura e funcionamento dos serviços públicos em geral (hospitais, universidades, embaixadas, etc.).
O principal objetivo de ter saldo positivo (superavit primário) é pagar juros da dívida pública, evitando seu crescimento descontrolado. Quando isso acontece, aumenta a desconfiança dos credores quanto ao pagamento futuro da dívida, levando a uma alta dos juros cobrados para financiar o Estado e criando um ciclo insustentável no longo prazo.
Além disso, a busca do superavit contribui para manter a inflação baixa, ao limitar os gastos públicos. Quanto mais o governo consome bens e serviços, mais pressiona os preços para cima.
NÃO TENHO DÚVIDAS: UMA SOPA DE DESMANDOS, INCOMPETENCIA,POPULISMO E CORRUPÇÃO NOS LEVARAM A ISSO.... e daí o Governo levou o país a ter Receitas em queda, desonerações, aumento dos juros, aumento das despesas, corrupção, desmandos, apadrinhamento, nepotismo, festas com cartões de crédito livres, viagens éreas, diárias, jetons, as diversas bolsas como a bolsa paletó bolsa sapato, bolsa moradia para altos funcionários, benesses à políticos, favores aos Estados e suas autoridades, venda da soberania nacional para as construtoras e por aí vai....País nenhum aguentaria tanta lambança! Infelizmente o povo paga a conta!
quinta-feira, 26 de maio de 2016
NÃO PODEMOS NEGAR A CRISE DA PREVIDENCIA SOCIAL! ELA EXISTE SIM. DEVEMOS SABER LER AS CONTAS E SEPARAR OS BENFÍCIOS JUSTOS E OS BENFÍCIOS PARASITAS QUE ESTÃO NAS MESMAS CONTAS!
É verdade que tem muita mentira na tal crise da Previdência Social. Mas de uma coisa nós defensores do INSS e da valorização das aposentadorias não podemos fugir: O Rombo existe e é muito grande e cada vez aumenta mais. Creio que nós, defensores da Previdência Social, devemos admitir que existe sim o Rombo e não nega-lo, dizendo que o certo seria cortar os benefícios dos Juízes, dos servidores públicos, dos políticos e coisas assim. Eu acredito que devem sim cortar esses benefícios dos políticos, juízes e funcionalismo público. Mas temos que olhar com cuidado para as contas do INSS, pois as mesmas contas que defendemos para o bem dos aposentados estão infestadas de aposentadorias e benefícios "parasitas" como os dos anistiados, dos jogadores de futebol, dos que nunca contribuíram para previdência social, muitas pensões absurdas e muito lixo sendo computado nas nossas contas...Devemos separar o joio do trigo e enxergar que as coisas não estão bem para nós não! Só assim poderemos defender uma Previdência Social justa e equilibrada para todos os que efetivamente trabalharam para merece-la. E se o Governo quiser continuar dando dinheiro, bolsas, fazendo favores e se corrompendo, que o faça com outros dinheiros, não com o dinheiro das nossas aposentadorias....
sábado, 21 de maio de 2016
Estamos num momento decisivo para o País. O novo governo já tomou posse e promete uma série de medidas para equilibrar as contas e retomar o crescimento.
Sabemos que muitas dessas medidas não serão simpáticas à população, e uma delas, em particular, refere-se a mudanças nas regras da Previdência. Ela trará impactos diretos no seu bolso e comprometerá de vez o futuro daqueles que não tomarem as precauções necessárias.
Nosso sistema previdenciário está febril e pode entrar em colapso se não for devidamente cuidado. As despesas com INSS, que em 1988 representavam cerca de 2,5% do PIB, atualmente ultrapassam os 8%. Como a previdência só arrecada 6%, temos um rombo anual de cerca de 2% do PIB, comprometendo num futuro próximo a aposentadoria do brasileiro.
Para 2016, a previsão é de 2,14% do PIB, ou seja, R$ 133 bilhões de saldo negativo. Para 2017, a expectativa é ainda pior: R$ 167 bilhões.
Se nada for feito, sabe qual será o rombo para 2060? Os números são do próprio Ministério do Trabalho e da Previdência Social: cerca de 11,14% do PIB brasileiro. Em reais, 8,95 trilhões! Percebe como o sistema todo ficou insustentável?
O governo tem consciência de que precisa tomar providências. A cada mandato presidencial, um ajuste é feito. Foi assim com Fernando Henrique, com Lula, com Dilma… também será assim com Michel Temer.
Haverá sempre um fator previdenciário, uma nova idade mínima ou uma fórmula diferente de cálculo dificultando o acesso de novos trabalhadores ao INSS.
Quem faz parte do INSS, em 2004 recebia 10 salários mínimos de teto. Já em 2014, a remuneração havia despencado para 6,1 salários. As projeções vão piorando
Em 20 anos, o valor máximo pago aos aposentados terá se reduzido à metade. Não se espante se, num futuro relativamente próximo, todos os aposentados ou pensionistas do INSS receberem apenas um salário mínimo – ou algo bem próximo disso.
Sabemos que não conseguiremos viver com apenas um salário mínimo (ao menos não com dignidade). Mas não precisa ser assim. Se por um lado, o governo não tem outras alternativas para resolver o problema, por outro, nós temos, e é sobre isso que quero falar com você.
Planejar a previdência é para hoje, e não importa se você tem 50, 40, 30 ou 20 anos. Não faz parte dos planos de ninguém passar necessidades no futuro.
Este artigo foi escrito por Criando Riqueza.
O Criando Riqueza é um canal para a circulação de informações de finanças pessoais, com o objetivo maior de aconselhar os leitores sobre a melhor forma de construir riqueza, viver bem e investir.
Este artigo apareceu originalmente no site Dinheirama.
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